Antes de olhar currículo, saiba quem não pode seguir
Página de vagas própria, três perguntas que eliminam antes de qualquer análise e um banco de talentos que a pessoa mesma controla. O tempo do seu time começa no candidato que ainda está de pé.
O problema
A maior parte do esforço de um processo seletivo vai embora antes da primeira entrevista: lendo currículo de quem não atende a um requisito objetivo, respondendo a quem já foi descartado e reabrindo processos com gente que se candidatou meses atrás e ninguém achou de novo.
O que a plataforma faz
Vaga pública com a sua marca
Um endereço por empresa, com as vagas abertas, o processo explicado em quatro passos e candidatura sem cadastro e sem senha. Quem conduz aparece no topo — o candidato precisa saber com quem está falando antes de anexar o próprio currículo.
Triagem eliminatória determinística
As perguntas de corte são respondidas antes do upload. A reprovação é uma comparação, não um julgamento: acontece antes de qualquer chamada de IA e sem consumir crédito. Quem não segue recebe o motivo, nomeado.
Leitura do currículo que ignora o que não interessa
O PDF vira perfil estruturado — experiência, competências, formação, idiomas. Idade, gênero, estado civil, foto e endereço não são analisados, mesmo quando aparecem no arquivo.
Banco de talentos com prazo do candidato
Quem não avançou decide se fica e por quanto tempo. No fim do prazo a exclusão é automática. Um banco que a pessoa não controla não é um banco: é um passivo.
Funil configurável e métricas por etapa
Kanban com as etapas da sua empresa, mensagem automática por etapa (uma vez por candidato, nunca duas) e onde o funil está perdendo gente.
O que não faz
Não substitui a entrevista. Encurta o caminho até ela.
Não publica sozinho em todo agregador: os canais sem API pública seguem manuais.
Não lê dado sensível. Se estiver no PDF, é ignorado — não guardado.