Perfil-alvo antes do primeiro candidato
Você define o que a vaga pede em termos de comportamento, a partir de modelos prontos ou de uma descrição da vaga. Sem perfil-alvo, comparar candidatos vira preferência pessoal com aparência de método.
Uma simulação narrativa de cerca de 35 minutos coloca o candidato no comando de uma operação sob pressão. O que sai não é uma nota: é o padrão das escolhas dele, comparado ao perfil que a vaga pede.
O problema
Todo mundo sabe responder o que faria. O problema aparece quando prazo, equipe e cliente puxam para lados diferentes e alguém precisa escolher — e é justamente isso que uma entrevista não consegue observar.
Você define o que a vaga pede em termos de comportamento, a partir de modelos prontos ou de uma descrição da vaga. Sem perfil-alvo, comparar candidatos vira preferência pessoal com aparência de método.
Cenários com quatro caminhos e consequência. Não existe resposta certa isolada; o que é lido é o padrão. Sem câmera, sem microfone, no ritmo do candidato.
A avaliação repete os mesmos dilemas com as variáveis trocadas. A distância entre as duas respostas mostra quem se adapta, quem enrijece e quem responde o que acha que esperam dele.
De propósito. Um número sem contexto vira sentença, e a leitura só faz sentido conversada. O resultado vai para quem conduz o processo, e o candidato sabe disso antes de começar.
Ranking, radar contra o perfil-alvo e o porquê de cada posição, num documento que você leva para a reunião de decisão em vez de reconstruir de memória.
Sete dias com 10 avaliações incluídas, sem cartão. Publique uma vaga real, convide os candidatos e veja o fit antes de decidir qualquer coisa.